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Como funciona a venda e compra de domínios na internet
Para obter sucesso nesse mercado é necessário possuir raciocínio rápido e agilidade na hora de buscar e registrar os endereços. Em muitos casos, também é necessário exercitar a paciência, pois nem sempre a resposta financeira vem com a velocidade que se espera.
Há duas formas principais de realizar as compras dos domínios, ambas muito simples. Uma delas exige apenas que você acesse o site “Registro.br” e localize endereços disponíveis, efetuando a compra dos desejados por R$ 30. A segunda é por leilões de domínios abandonados, que são realizados pelo “Registro.br” quando os endereços abandonados se acumulam.

(Fonte da imagem: iStock)

A ética é necessária?

Muitos acabam se encantando pela ideia de ganhar dinheiro fácil e se esquecem de ser éticos na hora de registrar domínios. Um exemplo: há muitas pessoas que registram domínios brasileiros de empresas norte-americanas antes que elas venham para cá. O domínio fica parado até que alguém decida comprá-lo.
Em alguns casos, as corporações podem entrar na justiça para pedir a recuperação do endereço, comprovando que o proprietário dele “agiu de má fé” ao registrá-lo. O problema é que se a pessoa atribuir qualquer funcionalidade à página (sendo ela relacionada diretamente ao nome), a ação judicial pode ser inviabilizada.

Ganhando dinheiro honestamente

Nem toda sagacidade precisa estar relacionada a algo ruim. Há vários domínios que valem muito dinheiro e foram comprados de maneira honesta. Endereços mais genéricos, por exemplo, podem ser uma ótima opção. O site “www.imoveis.com.br”, por exemplo, foi comprado por 30 reais e vendido por 300 mil.

(Fonte da imagem: Reprodução/Registro.br)
Se você ficou morrendo de vontade de faturar uma graninha extra, acesse o site “Registro.br” e veja se você consegue encontrar algum domínio rentável disponível. Basta digitar o que você deseja na barra de busca do sistema e então clicar sobre “Pesquisar”. Se ele estiver livre, uma mensagem oferecendo o registro será mostrada na tela.

Qual é o domínio de internet mais caro da história?

Lista com os 15 domínios mais caros da história e olha que louco: calculando a soma de todas as negociações dá um total de 169,5 milhões de dólares, ou 395 milhões de reais.
Veja a lista:
15º e 14º – O korea.com foi comprado em janeiro de 2000 por US$ 5 milhões. SEO.com foi comprado pelo mesmo valor em 2007, pela empresa de capital de risco WashingtonVC, em 2007.
13º – Toys.com foi adquirido pelo gigante varejista de brinquedos ToysRus, em março de 2009 por US $ 5,1 milhões.
11º e 12º – Apesar de anos de diferença e com compradores distintos, Casino.com e Slots.com foram vendidos pelo mesmo valor: US$ 5,5 milhões, em 2003 e 2010, respectivamente.
10º – A Thought Convergence, empresa especializada em domínios de internet, pagou a bagatela de US$ 7 milhões porBeer.com em 2004, mas parece não ter sido um bom negócio. Até hoje o domínio está em branco e aceitando propostas de compra através da Aftermarket, empresa pertencente ao mesmo grupo da Thought Convergence.
9º e 8º – Ambos negociados a US$ 7,5 milhões, Business.com e Diamond.com são nono e oitavo domínios mais caros da história.
7º – Com o sucesso do Facebook em 2010, Mark Zuckerberg tratou logo de adquirir a mais óbvia versão encurtada do domínio original do Face, o fb.com, que custou US$ 8,5 milhões em 2010.
6º – Cerca de 30% do tráfego da internet é gerado à partir de conteúdo pornô. Um estudo feito pelo Extremetech em 2012,revelou que usuários passam de 15 a 20 minutos em sites pornô, média quase 5 vezes maior do que sites de notícia como CNN e ESPN. Diante desses e outros dados, não é de se espantar que o domínio porn.com tenha sido vendido por 9 milhões de dólares em 2007.
5º – O domínio found.com foi comprado por uma empresa de serviços financeiros, mas até hoje, os 9,99 milhões de dólares gastos nele em 2008 não foram justificados, afinal, o domínio ainda é redirecionado para o site da cia de domínios e softwares que o comprou, a Epicor.
4º – Em entrevista à BBC, David Roche, do Grupo Expedia disse: “Quando adquirimos o nome Hotels.compor cerca de US$ 11 milhões, achei que se tratava de uma quantia louca de dinheiro para se pagar por um domínio de site. Agora olho para trás e penso que foi uma pechincha”.Comprael David. Tô custando uma pechincha.
3º – Se você achou o domínio porn.com caro custando US$ 9 milhões, imagine sex.com, que foi negociado por nada menos que treze milhões de dólares! A negociação que aconteceu em 2010 é apontada até hoje como a maior venda de domínio pornô da história.
2º – O domínio privatejet.com foi negociado em 2012 por 30 milhões de dólares e recentemente entrou no ar como uma revista eletrônica especializada em artigos de luxo.
1º – O campeão da lista é o VacationRentals.com, que em 2007 foi comprado por Brian Sharples, fundador da HomeAway pela quantia incrível de US$ 35 milhões. Mais tarde o empresário admitiu que só comprou o domínio para impedir que oExpedia.com, seu maior concorrente, o pudesse comprar.

“Cambistas” de domínios: veja como eles agem na web

O título da matéria pode soar um pouco estranho, mas você leu direitinho: tem gente registrando domínios interessantes apenas para vendê-los mais tarde, assim como acontece com ingressos de shows concorridos. O internauta cria um site com um nome atrativo e aguarda até que uma empresa ou pessoa interessada faça a oferta.
Este é um mercado super comum fora do Brasil, mas que está se popularizando cada vez mais no país. E o motivo é simples: os domínios na internet são como endereços físicos: se você compra um domínio com uma palavra-chave muito boa, é o mesmo que comprar um terreno no ponto mais badalado de sua cidade.
Para entender melhor como esse mercado funciona é preciso conhecer as duas formas de se comercializar domínios. A primeira delas é a mais comum. Uma pessoa registra um domínio qualquer, como por exemplo, www.wifi.com.br e o coloca a venda. O interesse pode surgir espontaneamente, quando uma pessoa física ou jurídica decide comprar o domínio; mas às vezes é necessário correr atrás da venda.
O dono do registro sai em busca de um possível comprador, entrando em contato com empresas do ramo que, possivelmente, gostariam de adquirir o endereço. “Já saí ligando para companhias e deu certo. Na terceira ligação vendi meu domínio”, conta Antonio Ventura, empresário que gastou R$ 30 para fazer o registro e faturou cerca de R$ 3 mil na venda do endereço citado.
A outra maneira é ainda mais fácil, pois não exige nem mesmo a criatividade do futuro proprietário. Segundo Antonio, o Registro.br faz leilões de domínios que estão abandonados por falta de pagamento, ou simplesmente foram abandonados pelos seus donos (estima-se que 3 em cada 4 domínios registrados são abandonados ao final da anuidade).
De tempos em tempos eles listam uma quantidade absurda de endereços parados que podem ser adquiridos por R$ 30. “Eu escolho o nome que mais me agrada e dou meu lance. Se ninguém quiser disputar comigo, eu compro o domínio por R$ 30. Mas, se mais alguém quiser o domínio também, eu devo aguardar o novo leilão. Caso haja disputa pelo nome por mais de três leilões, o endereço é congelado”, explica Antonio.
O mercado negro dos domínios
Como o registro de domínios funciona no esquema “quem pegar primeiro, leva”, não há nenhum impedimento legal em comprar nomes genéricos para vendê-los depois. Na verdade, nem mesmo é proibido registrar domínios com nomes de marcas ou empresas. De acordo com Demi Getschko, diretor presidente do NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do .br), para registrar um domínio é necessário CPF ou CNPJ, mas qualquer pessoa pode registrar o que quiser, desde que esse endereço esteja ligado a ela ou a sua empresa.
Porém, se alguém compra um domínio com nome de marca ou empresa alheia, pode sofrer um processo e será obrigado a transferir o endereço para a pessoa ou companhia responsável pelo nome. “Na hora do registro não tem como checarmos se o nome registrado no endereço é mesmo da pessoa ou empresa, mas o proprietário está ciente de que se registrar uma marca ou nome próprio, a empresa lesada pode processá-lo”, completa.
Esse tipo de registro é bastante comum, mas é visto como antiético dentro do mercado de comercialização de domínios. O internauta se apropria de nomes de marcas, adicionando o .com.br (ele compra, por exemplo, o www.apple.com.br ou www.cocacola.com.br antes mesmo das companhias), e torce para que a empresa em questão precise desse endereço um dia e, obviamente, pague um bom dinheiro por ele. “O problema é que há uma forma de não ser processado mesmo usando o nome alheio.
Se a pessoa vincula o nome a alguma coisa diferente da marca ou empresa [por exemplo, inventa 2 bonequinhos chamados ‘Coca’ e ‘Cola’, e coloca-os ilustrando o site de historinhas para crianças], ela pode conseguir ficar com o endereço. Então, ela consegue que a empresa pague um preço pela venda do domínio”, conta Antonio.
Segundo Antonio, já aconteceu de domínios com nomes de programas televisivos serem comprados por um bom dinheiro e também terem sido retirados do proprietário após um processo. Ao mesmo tempo, na modalidade ética de comercialização, muita gente também já embolsou muito dinheiro criando domínios atrativos – como é o caso do imóveis.com.br, que rendeu ao registrante inicial US$ 300 mil; e do trabalhar.com, que foi vendido por US$ 20 mil.
Fazendo a coisa certa
Se você se interessou por esse mercado, acesse os leilões de domínios ou use a criatividade para registrar um bom nome. Caso você queira comprar domínios já registrados para iniciar seu site, busque pelo proprietário do endereço e pague pela transferência do domínio. Há também a possibilidade de comprar o site inteiro com todo seu conteúdo.

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