Acontecendo

sábado, 21 de janeiro de 2017

Governo Federal libera R$ 17,9 milhões para a saúde dos Campos Gerais


O ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), visitou Ponta Grossa nessa sexta-feira (20) para uma reunião de trabalho com os prefeitos da região. Além de anunciar mais de R$ 17,9 milhões para Ponta Grossa e outros municípios dos Campos Gerais, incluindo Porto Amazonas, Barros ressaltou a necessidade de ampliar os investimentos da União no financiamento da Saúde Pública. De acordo com o paranaense, a atual aplicação de recursos tem “sufocado” os prefeitos.

Após cumprir agenda em Cornélio Procópio, na região norte do Paraná, Barros chegou a Ponta Grossa por volta das 14h. O ministro realizou uma reunião de trabalho com prefeitos dos Campos Gerais e também da região central do Estado. Após apresentar um balanço dos 200 dias no comando de um dos ministérios mais importantes do Governo Federal, Barros ouviu questionamentos dos prefeitos e secretários da Saúde.


“Atualmente a União tem bancado uma fatia pequena do investimento em Saúde, mas com as economias que temos conseguido a minha perspectiva, a médio prazo, quero ampliar os investimentos no custeio do setor para ‘desafogar’ os prefeitos e gestores municipais”, contou Barros. Desde que assumiu o ministério, o paranaense implementou uma série de reformas e mudanças que resultaram, de acordo com o próprio Barros, em um investimento de R$ 2,1 bilhões.

Barros lembrou que historicamente durante as administrações passadas a União vinha deixando de custear a Saúde, deixando a cargo dos prefeitos parte considerável dos investimentos.

“Esses recursos vão contribuir para melhorar e acelerar o atendimento de quem precisa de exames, consultas e cirurgias. Além de garantir o custeio de serviços o custeio de serviços que necessitavam da nossa contrapartida. Em todo o Brasil a economia é de R$ 1,9 bilhão em 200 dias de gestão. Esses recursos estão sendo reaplicados para a oferta de mais serviços de saúde”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Dos 17,9 milhões liberados para a região, R$ 4,1 milhões beneficiam serviços como leitos de UTI, SAMU, saúde bucal, além do custeio de procedimentos ambulatoriais e internações especializados em média e alta complexidade, como oncologia e traumatologia e ortopedia. Para incrementar o repasse, ainda foram liberados R$ 13,7 milhões referentes a emendas parlamentares.

Além de Ponta Grossa, gestor da AMCG, integram o consórcio os municípios Arapoti, Carambeí, Castro, Imbaú, Ipiranga, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Palmeira, Pirai do Sul, Porto Amazonas, Reserva, São João do Triunfo, Sengés, Telêmaco Borba, Tibagi, Ventania.


Com a presença de diversas autoridades estaduais e federais, entre elas os deputados federais Sandro Alex (PSD) e Aliel Machado (REDE), e a vice-governadora Cida Borghetti (PP). Também compuseram a mesa a prefeita em exercício, Elizabeth Schmidt (PSB), o prefeito de Carambeí e presidente do Consórcio de Saúde dos Campos Gerais, Osmar Blum (PSD), e o presidente da Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG) e prefeito de Jaguariaíva, Juca Sloboda (PHS). Porto Amazonas foi representado pelo prefeito Antonio Polato e pela diretora do Departamento de Saúde, Thaís Hornung Sedlak. De uma maneira geral, as autoridades elogiaram a ação de Barros no comando da pasta e agradeceram o trabalho do ministro.

Ministro quer incentivar digitalização do sistema

Desde que assumiu o Ministério da Saúde, em maio de 2016, Barros tem apostado na digitalização do sistema de informações para potencializar a aplicação de recursos. “Nós precisamos saber como é gasto cada real do Ministério, entender como vocês, prefeitos, usam o dinheiro da Saúde, essa é uma questão essencial”, contou o ministro. Barros ressaltou que o Ministério prepara o lançamento de um site que comporte vários softwares gratuitos para serem utilizados pelos gestores de Saúde. “Nossa ideia é desburocratizar e aumentar a troca de experiências bem sucedidas no setor”, garantiu o paranaense.

União consegue economia na compra de medicamentos

Ricardo Barros ressaltou que boa parte dos mais de R$ 2 bilhões economizados no ministério são frutos da renegociação na compra de medicamentos. “Estamos abertos a negociar com os laboratórios que tiverem os melhores preços e produtos, com essa ideologia já conseguimos avançar no tratamento do HIV, por exemplo, pagando mais barato em um remédio de primeira linha, quando antes o medicamento distribuído era o de segunda linha e custava mais caro”, afirmou o ministro. O mesmo tem sido aplicado no Ministério na aquisição de outros insumos bancados pela União.


*Fonte Agência Saúde



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